quarta-feira, 26 de julho de 2017

PM/SP: governador anuncia concurso para 2.421 vagas


O governador Geraldo Alckmin anunciou, nesta terça-feira, 25 de julho, que autorizará a realização de novos concursos públicos para a Polícia Militar do Estado de São Paulo (PM/SP). Ao todo serão 2.421 vagas, sendo 2.200 para soldados e 221 para alunos oficiais da PM de Barro Branco. Embora a corporação ainda conte com 3.107 postos oriundos de uma autorização para 5.400 vagas de soldados liberada em 31 de agosto de 2016, a nova autorização governamental dá maior flexibilidade ao órgão, em termos de preparação do certame, uma vez que a autorização anterior tinha validade de um ano e expira em 31 de agosto. Porém, a nova conta com uma oferta um pouco menor do que o total remanescente de 2016. A publicação dos editais deve ocorrer até meados do segundo semestre.

A confirmação do certame ocorreu durante evento realizado no Palácio dos Bandeirantes, para a entrega de 72 viaturas para a corporação. No evento, que também contou com a participação do secretário de segurança pública, Mágino Alves Barbosa Filho, também está sendo anunciada medida para reduzir o prazo para que os aspirantes sejam promovidos a oficiais.

Para concorrer aos cargos de soldado e para o curso de oficiais é necessário possuir ensino médio completo, altura mínima de 1,60 m para homens e 1,55 m para mulheres e idade de 17 a 30 anos, de acordo com as novas regras para ingresso na carreira, definidas pela lei complementar 1.291, sancionada pelo governador em julho de 2016. Além disso, para soldados, os participantes deverão possuir carteira de habilitação nas categorias “B” a “E”.

A remuneração inicial dos soldados é de R$ 2.992,54, considerando salário de R$ 2.357,76 e adicional de insalubridade de R$ 634,78.

Para o curso de oficiais, o inicial é de R$ 2.946,54, já considerando o adicional de insalubridade de R$ 634,78. A duração do curso é de quatro anos. No segundo ano, com o adicional, a remuneração vai para R$ 3.106,99, passando para R$ 3.414,53 no terceiro e R$ 3.690,23 no último. Após um período de seis meses a um ano de conclusão, os aprovados passam a ser aspirante a oficial, com inicial de R$ 6.037,35. Ao se tornar segundo tenente, o valor sobe para R$ 6.353,79.

Durante o evento, Alckmin anunciou a redução pela metade do tempo em que o aspirante a oficial, após a formatura, fica em estágio probatório para a promoção para segundo tenente. Atualmente, o aluno oficial se forma aspirante a oficial e fica um ano sem estágio probatório, acompanhando unidades de patrulha nas regiões onde vai atuar, até a promoção a oficial 2º tenente. Com a medida, esse prazo cairá para seis meses.

A idade máxima de 30 anos é considerada até a data da posse, que costuma ser indicada no edital de abertura de inscrições.

Tatuagem


De acordo com a lei 1.291, os candidatos ao cargo de soldado poderão ter tatuagens, exceto quando divulguem símbolo ou inscrição ofendendo valores e deveres éticos inerentes aos integrantes da PM/SP, façam alusão à ideologia terrorista ou extremista contrária às instituições democráticas ou que preguem a violência ou a criminalidade, demonstrem discriminação ou preconceito de raça, credo, sexo ou origem, contenham ideia ou ato libidinoso, apresentem ideia ou ato ofensivo aos direitos humanos, sejam visíveis na hipótese de uso de uniforme que comporte camisa de manga curta ou bermuda, correspondente ao uniforme operacional de verão.

Seleção


O concurso de soldado é composto de seis etapas, com provas objetivas e dissertativas (redação), testes de aptidão física, inspeção de saúde, avaliação psicológica, avaliação de conduta social e análise de documentos.

A prova objetiva conta com 50 questões, sendo 18 de língua portuguesa, 12 de matemática, dez de conhecimentos gerais, cinco de noções básicas de informática e cinco de noções de administração pública.

No caso de aluno oficial do Barro Branco, a seleção conta com seis etapas: provas objetivas e dissertativa, teste de aptidão física, inspeção de saúde, avaliação psicológica, avaliação de conduta social e análise de documentos.

A prova objetiva costuma contar com 80 questões, sendo oito de história, cinco de filosofia, cinco de sociologia, oito de geografia, 28 de língua portuguesa, seis de língua inglesa ou espanhola, dez de matemática, cinco de noções de administração pública e cinco de noções básicas de informática. Já a prova dissertativa prevê a elaboração de uma redação, a partir de tema indicado.

A banca organizadora para os dois cargos costuma ser a Fundação Vunesp.




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