domingo, 13 de novembro de 2016

TJMG Concurso 2017: Especialistas orientam como se preparar


A próxima seleção do TJ-MG é bastante aguardada por diversos concurseiros e deverá atrair milhares de interessados que buscam boa remuneração e estabilidade. A espera pela divulgação do edital ainda permanece, mas aqueles que desejam largar na frente já devem buscar os melhores métodos de estudo e as orientações de especialistas.

Durante várias semanas trouxemos dicas de estudo e preparação com os grandes nomes de professores especializados em concurso público. Confira abaixo algumas orientações de docentes especializados nas disciplinas de Língua Portuguesa, Informática, Noções de Direito, Direito Constitucional e Direito Penal.

Rodrigo Menezes - Direiro Constitucional

O docente ressalta aos candidatos que o conteúdo programático do último concurso para o TJ-MG trouxe quase todo o texto da constituição federal (art 1º até 250º). Ele garante ainda que, na próxima seleção certamente estarão presente os assuntos referente a questões de Direitos e Garantias Fundamentais, além da Organização dos Poderes.

No que diz respeito a prova objetiva, o professor explica que serão questões simples, mas que exigirão um conhecimento da lei. Para auxiliar a rotina de estudos na parte de legislação, ele orienta aos candidatos que realizem questões de organizadoras com perfil de cobrança similar ao da Consuplan.

"O tempo deve ser empregado exclusivamente à leitura de textos e realização de questões. Estudem do artigo 1º ao 135º, exceto os artigos de número 34, 35, 36, 42 e 43", é o que recomenda o especialista na disciplina de Direito Constitucional.

Hermano Oliveira - Língua Portuguesa

"O candidato que ficar atento aos enunciados não terá dificuldade em compreender o que foi solicitado", esse é o principal conselho do professor para os interessados no concurso do TJ-MG. Ele possui um vasto conhecimento em concursos organizados pela Consulplan e garante que, se tratando de Língua Portuguesa, os textos não costumam ser longos. A banca costuma mesclar compreensão e interpretação. Entretanto, o professor recomenda atenção especial para os aspectos gramaticais.

Segundo Hermano, os conteúdos desta disciplina não costumam sofrer muita alteração de uma prova para outra. Cada prova aborda o mesmo assunto de maneira diferente, devendo o candidato atentar-se para a relação dos empregos de pronome, conjunções e figuras de linguagem. Além desses tópicos que, possuem diversas formas de cobrança, o professor ainda pontua os assuntos de pontuação, relações semânticas, ortografia, verbos e concordância como indispensáveis para estudo.

Paulo França - Informática

O especialista em Informática para concursos orienta os candidatos que estudem os conteúdos referentes as redes: internet e intranet, além de planilhas eletrônicas como o LibreOffice Calc. Segundo ele, a Consulplan cobra esses dois tópicos com bastante frequência em suas provas.

Paulo ressalta a importância de um curso preparatório no momento dos estudos, visando a fixação dos conteúdos e o auxilio na resolução de questões. Porém, não descarta o estudo caseiro, também essencial para uma eficácia ainda maior.

No que diz respeito ao tempo dedicado aos estudos o docente afirma que, inicialmente, duas horas por dia bastam para introduzir esse tempo na rotina diária. A partir do momento que o edital for publicado esse tempo pode ser aumentado, adaptado com a necessidade e disponibilidade de cada concurseiro.

A última seleção foi organizada pela Makyama. Segundo o professor, a antiga organizadora possui um perfil distinto da Consulplan. Por isso, não se deve ter o último edital como base fundamental.

José Roberto Lima - Direito Penal

Segundo o professor, na próxima seleção do TJ-MG deverão estar presentes questões que englobam o tópico das doutrina das pontes de prata. "É quando após consumação de crime, o acusado se arrepende e resolve contribuir com as investigações", explica.

Recomenda também o estudo das leis sobre o arrependimento posterior e suas inovações decorrentes da Operação Lava Jato , além da lei 12.850/2013 que trata da colaboração premiada. O docente ainda ressalta para os candidatos sobre a Parte Geral do Código Penal, enfatizando para os interessados que é preciso conhecer a teoria do crime e da pena, pois a grande de serem cobrados no exame objetivo é grande.

José Roberto ainda destaca as formas de preparação que costumam ser feitas pelos candidatos. O professor aponta dois estilos de concurseiros, os que abrem mão de tudo para intensificar os estudos e aqueles que conciliam o lazer no momento da preparação. Par ele, é mais comum as pessoas que não se abdicam totalmente da qualidade de vida e distração conseguirem um resultado positivo.

Waltinho Alves - Noções de Direito

O professor explica aos alunos que a Consulplan, em Direito Penal, não cobra muita interpretação, mas sim o texto integral da lei. Ele recomenda uma maior atenção nos tópicos do regimento interno, lei complementar 59, além dos assuntos de Direito Administrativo e Direito Constitucional.

"O conteúdo não é dificil, porém os candidatos têm dificuldade na área de regimento interno", ressalta o docente. O especialista destaca ainda o estudo do artigo 37 até o artigo 42 da Constituição Federa, sendo necessário efetuar um paralelo entre as constituições do estado e a federal, para maior entendimento.

A dica dada aos alunos que procuram se preparar antes mesmo da divulgação do tão esperado edital é fazer um cronograma de estudos, ter um material pronto e mente descansada. Para o experiente em concursos, o candidato que define o tempo e as disciplinas que estudará diariamente, evitando o cansaço mental, obtém sucesso.

Jussara Murad - Direito Constitucional

A professora explica que a Consulplan é caracterizada por cobrar textos mais objetivos e sucintos em seus exames, dispensando um estudo a fundo das leis. Sendo assim, ela faz duas recomendações aos participantes para auxiliar no momento dos estudos. A primeira é procurar provas antigas da própria Consulplan, a fim de compreender o perfil de cobrança e buscar afinidade com as questões da atual banca. A segunda dica é para um estudo feito com base em provas anteriores, mas de concursos semelhantes. Essa opção permite adquirir mais experiência com o tipo de prova que será aplicado.

A especialista em Direito Constitucional informa o principal caminho para o candidato realizar uma boa prova: conhecer o edital. O edital de abertura do consurso do TJ-MG ainda não foi divulgado, mas a docente já deixa a orientação primordial para ciência dos interessados. "O primeiro passo é o conhecimento do edital e acompanhamento de todas as mudanças e retificações que surgirem. Deste modo, o candidato não terá surpresas no dia da prova e saberá de antemão todo o conteúdo programático.



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